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	<title>SEPRI</title>
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	<description>Medicina no Trabalho. Serviços de Saúde Ocupacional e Segurança no Trabalho.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 16:05:58 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SEPRI</title>
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		<title>Serviços de Saúde ao Domicílio em Braga — SEPRI 24 &#8211; Guia Completo</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/servicos-saude-domicilio-braga-sepri-24-guia-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia completo dos serviços de saúde ao domicílio em Braga da SEPRI 24: médico, enfermeiro, análises, ECG e muito mais. Disponível 24h.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="7119" class="elementor elementor-7119" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-43742805 e-con-full e-flex wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no e-con e-parent" data-id="43742805" data-element_type="container" data-e-type="container">
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<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-70bf70a elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="70bf70a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
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									<p>Sabia que é possível receber cuidados de saúde profissionais no conforto da sua casa, sem enfrentar filas de espera, deslocações desnecessárias ou horas passadas nas urgências hospitalares? Atualmente, cada vez mais famílias em Braga optam por serviços de saúde ao domicílio para garantir um acompanhamento rápido, seguro e personalizado.</p>
<p>Quer necessite de um médico ao domicílio, de um enfermeiro para realizar tratamentos, administrar medicação ou acompanhar uma recuperação pós-operatória, a SEPRI 24 disponibiliza assistência especializada 24 horas por dia, 365 dias por ano. Para quem é aconselhado o serviço de saúde ao domicílio? Esta solução é especialmente vantajosa para idosos, pessoas com mobilidade reduzida, doentes crónicos ou qualquer pessoa que procure cuidados de saúde de qualidade sem sair de casa.</p>
<p>A SEPRI 24 é a referência em cuidados de saúde ao domicílio em Braga. Neste guia, apresentamos todos os serviços disponíveis de saúde ao domicílio, dos quais pode usufruir no conforto da sua casa, para que possa identificar rapidamente a solução mais adequada para si ou para o seu familiar.</p>
<p> </p>
<ol>
<li>
<h2>Como solicitar um Médico ao Domicílio em Braga?</h2>
</li>
</ol>
<p>Para pedir um médico ao domicílio em Braga pode ligar para a linha da SEPRI 24 917 597 297, disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano. A resposta é rápida. O valor a pagar pela consulta ao domicílio irá depender de vários fatores, nomeadamente, a duração da consulta e os custos de deslocação associados à sua localização. Irá receber o orçamento no momento da sua chamada &#8211; não há custos surpresa.</p>
<p>Um médico de clínica geral pode deslocar-se à sua residência para realizar consulta, avaliação clínica, diagnóstico e prescrição médica. O serviço está disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano.</p>
<p><strong>Indicado para:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Febre e infeções;</li>
<li>Sintomas respiratórios;</li>
<li>Avaliação de dores agudas;</li>
<li>Ajuste de medicação;</li>
<li>Eletrocardiograma (ECG);</li>
<li>Orientação clínica e encaminhamento.</li>
</ul>
<p>Ao optar por um médico ao domicílio em Braga, evita deslocações desnecessárias e recebe assistência médica de forma rápida e confortável.</p>
<ol start="2">
<li>
<h2>Como solicitar um Enfermeiro ao Domicílio em Braga?</h2>
</li>
</ol>
<p>Os cuidados de enfermagem ao domicílio permitem receber tratamentos especializados sem sair de casa. A equipa de enfermagem da SEPRI 24 presta assistência certificada e personalizada a qualquer hora. Para solicitar um enfermeiro ao domicílio em Braga pode ligar para a linha da SEPRI 24 917 597 297, disponível 24 horas por dia, 365 dias por ano. Durante a chamada, um operador vai perceber as suas necessidades, dar-lhe um orçamento e realizar o agendamento consigo. </p>
<p><strong>Serviços mais procurados:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Pensos e tratamento de feridas;</li>
<li>Administração de injetáveis;</li>
<li>Monitorização de sinais vitais;</li>
<li>Higiene e conforto;</li>
<li>Apoio a cuidadores e familiares.</li>
</ul>
<h2>Tratamento de Feridas e Pensos em Casa</h2>
<p>Pode realizar o tratamento das suas feridas e pensos em casa. A SEPRI 24 realiza tratamento e substituição de pensos simples e complexos, garantindo acompanhamento adequado da cicatrização.</p>
<p><strong>Inclui:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Avaliação de feridas cirúrgicas;</li>
<li>Tratamento de úlceras de pressão;</li>
<li>Tratamento de úlceras venosas;</li>
<li>Limpeza e desinfeção;</li>
<li>Material clínico incluído na visita.</li>
</ul>
<p>Um acompanhamento profissional reduz o risco de infeções e acelera a recuperação.</p>
<h2>Administração de Injeções ao Domicílio</h2>
<p>Se possui prescrição médica, um enfermeiro pode deslocar-se a sua casa para administrar medicação previamente prescrita de forma segura e confortável.</p>
<p><strong>Exemplos de injetáveis administrados:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Heparina;</li>
<li>Insulina;</li>
<li>Vitamina B12;</li>
<li>Antibióticos intramusculares;</li>
<li>Anti-inflamatórios;</li>
<li>Soroterapia.</li>
</ul>
<p>Evite deslocações ao centro de saúde ou hospital e receba o tratamento no conforto do seu lar.</p>
<h2>Monitorização de Doenças Crónicas</h2>
<p>Os doentes crónicos beneficiam de acompanhamento regular para prevenção de complicações e melhor controlo da doença.</p>
<p><strong>Monitorização disponível para:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Diabetes;</li>
<li>Hipertensão arterial;</li>
<li>Doença cardíaca;</li>
<li>Doença respiratória crónica.</li>
</ul>
<p>São efetuados registos periódicos de:</p>
<ul data-spread="false">
<li>Tensão arterial;</li>
<li>Glicemia;</li>
<li>Saturação de oxigénio (SpO2);</li>
<li>Peso corporal;</li>
<li>Eletrocardiograma (ECG).</li>
</ul>
<h2>Apoio Pós-Operatório ao Domicílio</h2>
<p>Após uma cirurgia, a recuperação em casa pode ser acompanhada por profissionais de saúde experientes.</p>
<p><strong>O serviço inclui:</strong></p>
<ul data-spread="false">
<li>Vigilância da ferida cirúrgica;</li>
<li>Realização de pensos;</li>
<li>Remoção de pontos;</li>
<li>Administração de anticoagulantes;</li>
<li>Deteção precoce de complicações.</li>
</ul>
<p>Este acompanhamento contribui para uma recuperação mais segura, confortável e tranquila.</p>
<h2>Porque Escolher a SEPRI 24 em Braga?</h2>
<ul data-spread="false">
<li>Disponibilidade 24 horas por dia, 365 dias por ano;</li>
<li>Médicos e enfermeiros qualificados &#8211; uma equipa com 30 anos de experiência;</li>
<li>Atendimento rápido ao domicílio;</li>
<li>Serviço personalizado para cada paciente;</li>
<li>Maior conforto, segurança e privacidade.</li>
</ul>
<p>Se procura médico ao domicílio em Braga, enfermeiro ao domicílio em Braga ou cuidados de saúde em casa, a SEPRI 24 disponibiliza soluções completas para responder às necessidades de toda a família. </p>
<p>Quer saber como funciona a contratação de um serviço de saúde ao domicílio? Veja <a href="https://sepri.pt/servicos-saude-24/">aqui</a> os 3 passos simples, sem burocracias e sem deslocações desnecessárias. </p>
<h6><strong>Contactos</strong> <strong>Linha SEPRI 24</strong> &#8211; 917 597 297 </h6>
<h6><span style="color: inherit; font-family: inherit; font-size: 1rem;"><b>Precisa de assistência?</b> Contacte a nossa equipa através da página de </span><strong style="color: inherit; font-family: inherit; font-size: 1rem;" data-start="810" data-end="850"><a href="https://empresassaudaveis.sepri.pt/enfermagem-domicilio-braga/" rel="noopener" data-start="812" data-end="848">contactos.</a></strong></h6>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-c22c714 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="c22c714" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Sepri 24 -Serviços de Saúde, Lda NIF: 502592710 <br>Certidão de Registo ERS Nº E172820 <br>Licença de Funcionamento Nº 24626/2024 <br>Diretor Clínico: Marco Pereira, Cédula Profissional nº 59133</p>								</div>
				</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Alterações Climáticas no Trabalho: Riscos e Prevenção</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/alteracoes-climaticas-no-trabalho-riscos-e-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alterações Climáticas no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas Saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ondas de Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção dos Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[SST]]></category>
		<category><![CDATA[Stress Térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As alterações climáticas estão a criar novos desafios para a Segurança e Saúde no Trabalho. Ondas de calor, fenómenos meteorológicos extremos e novos riscos ambientais podem afetar a saúde dos trabalhadores, aumentar a probabilidade de acidentes e comprometer a produtividade das empresas. Conheça os principais impactos das alterações climáticas nos locais de trabalho e as medidas de prevenção que as organizações devem adotar para proteger as suas equipas e garantir ambientes de trabalho mais seguros.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="7095" class="elementor elementor-7095" data-elementor-post-type="post">
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									<p class="isSelectedEnd">As alterações climáticas estão a transformar profundamente a forma como vivemos e trabalhamos. O aumento da frequência de fenómenos meteorológicos extremos, como ondas de calor, tempestades intensas, ventos fortes ou precipitação excessiva, tem vindo a criar novos desafios para a Segurança e Saúde no Trabalho (SST).</p><p class="isSelectedEnd">Se durante muitos anos as alterações climáticas foram encaradas sobretudo como uma questão ambiental, hoje são também uma questão de saúde ocupacional, produtividade e gestão do risco empresarial.</p><p>Neste contexto, Portugal e Espanha lançaram uma <a href="https://portal.act.gov.pt/Pages/campanha-iberica-alteracoes-climaticas.aspx" target="_blank" rel="noopener">campanha</a> conjunta para sensibilizar empresas e trabalhadores para os impactos das alterações climáticas nos locais de trabalho e para a necessidade de implementar medidas preventivas adequadas.</p><h2 class="wp-block-heading">Porque são as alterações climáticas um risco para a Segurança e Saúde no Trabalho?</h2><p data-pm-slice="1 1 []">As alterações climáticas afetam diretamente as condições em que muitas pessoas trabalham diariamente.</p><p class="isSelectedEnd">O aumento das temperaturas médias e a ocorrência mais frequente de eventos climáticos extremos podem provocar:</p><ul data-spread="false"><li>Stress térmico;</li><li>Desidratação;</li><li>Exaustão pelo calor;</li><li>Diminuição da capacidade de concentração;</li><li>Aumento do risco de acidentes de trabalho;</li><li>Agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias;</li><li>Impactos negativos na saúde mental.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Estes riscos são particularmente relevantes para trabalhadores que exercem funções ao ar livre, em ambientes industriais, em obras de construção, em atividades agrícolas, logísticas ou em espaços com temperaturas elevadas.</p><p>Além do impacto na saúde dos trabalhadores, as empresas podem enfrentar perdas de produtividade, interrupções operacionais e aumento do absentismo laboral.</p><h2 class="wp-block-heading">Campanha Ibérica sobre o Impacto das Alterações Climáticas nos Locais de Trabalho</h2><p class="isSelectedEnd">Reconhecendo que esta é uma preocupação comum aos dois países, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), em parceria com o <a href="https://oeitss.gob.es/comunicacion/campanas/Campana-iberica" target="_blank" rel="noopener">Organismo Estatal Inspección de Trabajo y Seguridad Social</a> (OEITSS) de Espanha e com a colaboração do <a href="https://www.insst.es/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Nacional de Seguridad y Salud en el Trabajo</a> (INSST), lançou a Campanha Ibérica Alterações Climáticas.</p><p class="isSelectedEnd">Sob o lema:</p><p class="isSelectedEnd"><strong>&#8220;Proteger quem trabalha num clima em mudança&#8221;</strong></p><p class="isSelectedEnd">a iniciativa pretende sensibilizar empregadores, trabalhadores e a sociedade para os riscos associados às alterações climáticas e promover uma cultura de prevenção mais robusta.</p><p class="isSelectedEnd">A campanha decorre entre maio de 2026 e maio de 2027 e inclui:</p><ul data-spread="false"><li>Sessões de sensibilização e informação;</li><li>Disponibilização de materiais técnicos e informativos;</li><li>Ações de divulgação junto das empresas;</li><li>Visitas inspetivas específicas em setores considerados mais vulneráveis.</li></ul><p>No início da campanha, a ACT enviou uma comunicação a cerca de 210 mil empregadores portugueses para reforçar a importância da adaptação das organizações aos novos riscos climáticos.</p><h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais riscos das alterações climáticas nos locais de trabalho?</h2><h3>1. Ondas de calor e temperaturas extremas</h3><p>As ondas de calor constituem atualmente um dos maiores desafios para a saúde ocupacional.</p><p class="isSelectedEnd">A exposição prolongada a temperaturas elevadas pode causar:</p><ul data-spread="false"><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TY_WhWoOpK8" target="_blank" rel="noopener">Desidratação</a>;</li><li>Insolação;</li><li>Exaustão física;</li><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zsJkTQhIIZM" target="_blank" rel="noopener">Golpe de calor</a>;</li><li>Agravamento de patologias pré-existentes.</li></ul><p>Quando não são tomadas medidas preventivas adequadas, estes efeitos podem ter consequências graves para a saúde dos trabalhadores.</p><h3>2. Tempestades, vento forte e precipitação intensa</h3><p>Fenómenos meteorológicos extremos podem aumentar significativamente o risco de acidentes, sobretudo em atividades realizadas no exterior.</p><p class="isSelectedEnd">Entre os principais perigos encontram-se:</p><ul data-spread="false"><li>Quedas de estruturas e materiais;</li><li>Escorregamentos e quedas;</li><li>Dificuldades de visibilidade;</li><li>Danos em equipamentos;</li><li>Interrupções inesperadas das operações.</li></ul><h3>3. Trovoadas e descargas elétricas</h3><p>Os trabalhadores expostos ao exterior ou a equipamentos específicos podem enfrentar riscos acrescidos durante períodos de trovoada, exigindo procedimentos claros de segurança e suspensão temporária de determinadas atividades.</p><h3>4. Novos riscos emergentes</h3><p>As alterações climáticas estão também associadas ao surgimento de novos riscos relacionados com:</p><ul data-spread="false"><li>Qualidade do ar;</li><li>Exposição a agentes biológicos;</li><li>Expansão de determinadas doenças transmitidas por vetores;</li><li>Impactos psicossociais associados a fenómenos climáticos extremos.</li></ul><h2>Como podem as empresas proteger os trabalhadores das alterações climáticas no trabalho?</h2><p>A prevenção continua a ser a estratégia mais eficaz para reduzir o impacto das alterações climáticas nos locais de trabalho.</p><h3>1. Atualizar a avaliação de riscos</h3><p class="isSelectedEnd">A avaliação de riscos da empresa deve considerar os impactos específicos das alterações climáticas nas atividades desenvolvidas.</p><p class="isSelectedEnd">É fundamental identificar:</p><ul data-spread="false"><li>Trabalhadores mais expostos;</li><li>Locais de maior vulnerabilidade;</li><li>Tarefas críticas durante fenómenos meteorológicos extremos.</li></ul><h3>2. Adaptar horários e organização do trabalho</h3><p class="isSelectedEnd">Sempre que possível, as tarefas fisicamente mais exigentes devem ser realizadas nos períodos de menor exposição ao calor.</p><p>Esta medida pode contribuir significativamente para reduzir o risco de stress térmico e fadiga.</p><h3>3. Garantir hidratação adequada</h3><p>O acesso permanente a água potável deve ser assegurado em todos os locais de trabalho, especialmente durante períodos de temperaturas elevadas.</p><h3>4. Criar zonas de descanso adequadas</h3><p>Áreas protegidas do calor, da exposição solar e de outras condições meteorológicas adversas ajudam a reduzir o desgaste físico dos trabalhadores.</p><h3>5. Reforçar a vigilância da saúde ocupacional</h3><p>A Medicina do Trabalho desempenha um papel essencial na identificação precoce de situações de maior vulnerabilidade e na monitorização dos trabalhadores mais expostos.</p><h3>6. Formar e sensibilizar os trabalhadores</h3><p class="isSelectedEnd">Todos os colaboradores devem conhecer:</p><ul data-spread="false"><li>Os riscos associados ao calor extremo;</li><li>Os sinais de desidratação e exaustão;</li><li>Os procedimentos de emergência;</li><li>As medidas preventivas implementadas pela empresa.</li></ul><h2>Alterações Climáticas e Saúde Ocupacional: uma responsabilidade estratégica</h2><p class="isSelectedEnd">A adaptação às alterações climáticas deixou de ser apenas uma questão ambiental. Hoje, representa um elemento fundamental da gestão da Segurança e Saúde no Trabalho.</p><p class="isSelectedEnd">As organizações que antecipam estes desafios conseguem proteger melhor os seus trabalhadores, reduzir acidentes, aumentar a produtividade e reforçar a sua sustentabilidade a longo prazo.</p><p>Mais do que responder às exigências legais, investir na prevenção significa investir nas pessoas.</p><h2>Como a SEPRI pode ajudar a sua empresa?</h2><p class="isSelectedEnd">Na SEPRI apoiamos as organizações na identificação, avaliação e controlo dos riscos profissionais, incluindo os desafios emergentes associados às alterações climáticas.</p><p class="isSelectedEnd">Através dos nossos serviços de Medicina do Trabalho, Segurança no Trabalho e Saúde Ocupacional, ajudamos as empresas a implementar <a href="https://sepri.pt/noticia/formacao-para-empresas-o-que-precisa-saber/">medidas preventivas</a> eficazes, promovendo ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e preparados para o futuro.</p><h4><strong>Porque proteger quem trabalha num clima em mudança é proteger o futuro da sua empresa.</strong></h4>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde Mental no Trabalho: a nova prioridade europeia para empresas saudáveis</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/saude-mental-trabalho-riscos-psicossociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 08:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Burnout]]></category>
		<category><![CDATA[EU-OSHA]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos Psicossociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional porto]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[SST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sepri.pt/?p=6311</guid>

					<description><![CDATA[<p>A saúde mental no trabalho tornou-se uma prioridade estratégica para as empresas europeias. Na sequência da nova campanha da EU-OSHA “Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis 2026-2028”, a iniciativa “Juntos pela Saúde Mental no Trabalho” alerta para a crescente importância da prevenção dos riscos psicossociais nas organizações. Descubra quais os principais desafios ligados ao stress, burnout e bem-estar laboral, e conheça o papel das empresas na criação de ambientes de trabalho mais saudáveis, seguros e sustentáveis.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6311" class="elementor elementor-6311" data-elementor-post-type="post">
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									<p>A saúde mental no trabalho tornou-se uma das maiores prioridades da Segurança e Saúde Ocupacional na Europa.</p><p class="isSelectedEnd">Na sequência da nova campanha da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA) “<a href="https://healthy-workplaces.osha.europa.eu/en" target="_blank" rel="noopener">Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis 2026-2028</a>”, surge a iniciativa “Juntos pela Saúde Mental no Trabalho”, focada na prevenção e gestão dos riscos psicossociais nas organizações.</p><p>Assim, esta campanha reflete uma realidade cada vez mais evidente: os riscos psicossociais associados ao trabalho têm vindo a aumentar e representam hoje um desafio sério para empresas, trabalhadores e líderes organizacionais.</p><h2 class="wp-block-heading">Porque é que a saúde mental no trabalho se tornou uma prioridade?</h2><p data-pm-slice="1 1 []">O contexto laboral mudou profundamente nos últimos anos.</p><p class="isSelectedEnd">Pressão constante, ritmos acelerados, excesso de carga de trabalho, dificuldade em desligar, insegurança profissional, conflitos internos e desgaste emocional passaram a fazer parte da realidade de muitas organizações.</p><p class="isSelectedEnd">Nessa lógica, as consequências são significativas:</p><ul data-spread="false"><li>aumento do stress e burnout;</li><li>absentismo;</li><li>quebra de produtividade;</li><li>aumento da rotatividade;</li><li>maior probabilidade de acidentes de trabalho;</li><li>degradação do ambiente organizacional.</li></ul><p class="isSelectedEnd">Segundo a EU-OSHA, milhões de trabalhadores europeus continuam expostos a fatores de risco psicossocial no contexto laboral, sendo que muitas empresas ainda não possuem mecanismos estruturados para identificar e prevenir estes riscos.</p><p>Hoje, proteger a saúde mental deixou de ser apenas uma questão de bem-estar individual. É uma questão de sustentabilidade organizacional.</p><h2 class="wp-block-heading">O que são riscos psicossociais?</h2><p>Os <a href="https://osha.europa.eu/pt/themes/psychosocial-risks-and-mental-health" target="_blank" rel="noopener">riscos psicossociais</a> correspondem a fatores relacionados com a organização, gestão e contexto do trabalho que podem afetar negativamente a saúde psicológica e física dos trabalhadores.</p><p class="isSelectedEnd">Como tal, entre os exemplos mais comuns encontram-se:</p><ul data-spread="false"><li>pressão excessiva e prazos constantes;</li><li>carga de trabalho elevada;</li><li>conflitos interpessoais;</li><li>assédio moral ou violência;</li><li>horários irregulares;</li><li>falta de apoio organizacional;</li><li>dificuldade em equilibrar vida pessoal e profissional;</li><li>ambientes de trabalho emocionalmente exigentes.</li></ul><p>Quando não são identificados e geridos atempadamente, estes fatores podem originar problemas graves de saúde física e mental.</p><h2 class="wp-block-heading">As 5 prioridades da nova campanha europeia</h2><p>A iniciativa “<a href="https://osha.europa.eu/pt/publications/healthy-workplaces-campaign-flyer-together-mental-health-work" target="_blank" rel="noopener">Juntos pela Saúde Mental no Trabalho</a>” centra-se em cinco áreas prioritárias:</p><h3>1. Avaliação e monitorização dos riscos psicossociais</h3><p>Identificar fatores de risco tornou-se essencial para prevenir problemas futuros e promover ambientes de trabalho mais seguros e equilibrados.</p><h3>2. Assédio e violência no trabalho</h3><p>A prevenção de comportamentos abusivos e ambientes tóxicos é fundamental para proteger a dignidade e segurança dos trabalhadores.</p><h3>3. Relação entre riscos físicos e saúde mental</h3><p>Os riscos físicos e psicológicos estão frequentemente interligados, influenciando-se mutuamente no desempenho e bem-estar das equipas.</p><h3>4. Saúde mental nos setores social e da saúde</h3><p>Profissionais destas áreas estão particularmente expostos a desgaste emocional, pressão e sobrecarga psicológica.</p><h3>5. Sensibilização para a saúde mental no trabalho</h3><p>Promover culturas organizacionais mais abertas, preventivas e humanas é uma das grandes metas da campanha.</p><h2>O papel das empresas na prevenção</h2><p>As empresas têm hoje um papel cada vez mais ativo na promoção da saúde mental e prevenção dos riscos psicossociais.</p><p class="isSelectedEnd">Mais do que responder a problemas já instalados, torna-se essencial atuar preventivamente através de:</p><ul data-spread="false"><li>avaliação de riscos psicossociais;</li><li>formação e sensibilização;</li><li>melhoria da comunicação interna;</li><li>promoção de liderança saudável;</li><li>apoio psicológico;</li><li>monitorização do ambiente organizacional;</li><li>implementação de políticas de prevenção.</li></ul><p>Empresas que investem no bem-estar das suas equipas tendem a beneficiar de ambientes mais produtivos, maior retenção de talento e relações laborais mais saudáveis.</p><h2>Como a SEPRI apoia as empresas nesta área</h2><p class="isSelectedEnd">Na SEPRI, acreditamos que pessoas saudáveis contribuem para empresas mais fortes, sustentáveis e resilientes.</p><p class="isSelectedEnd">Acompanhamos organizações na promoção da saúde ocupacional e bem-estar laboral através de soluções integradas como:</p><ul data-spread="false"><li>avaliações de riscos psicossociais;</li><li>formação em saúde mental no trabalho;</li><li>programas de prevenção;</li><li>serviços de psicologia no trabalho;</li><li>apoio técnico especializado em Segurança e Saúde no Trabalho.</li></ul><p>A prevenção continua a ser a ferramenta mais eficaz para proteger pessoas, equipas e organizações.</p>								</div>
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		<title>O papel do Enfermeiro nas Empresas</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/o-papel-do-enfermeiro-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 10:57:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bem-Estar Laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra qual é o papel do enfermeiro nas empresas, as funções da enfermagem do trabalho e a importância da Saúde Ocupacional para trabalhadores e organizações.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="6222" class="elementor elementor-6222" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Quando pensamos em <a href="https://sepri.pt/contactos/">Saúde Ocupacional</a>, é comum associarmos este tema apenas aos exames médicos obrigatórios ou à prevenção de acidentes de trabalho. No entanto, existe um profissional que desempenha um papel essencial no bem-estar dos trabalhadores e no funcionamento saudável das empresas: o enfermeiro do trabalho!</p><p class="isSelectedEnd">Atualmente, o papel do enfermeiro nas empresas vai muito além da resposta a situações de emergência. O enfermeiro assume uma função ativa na prevenção, acompanhamento, educação para a saúde e promoção do bem-estar físico e mental dos colaboradores.</p><p>Num contexto empresarial cada vez mais focado nas pessoas, a enfermagem tornou-se uma peça fundamental na construção de ambientes de trabalho mais seguros, humanos e saudáveis.</p><h2 class="wp-block-heading">Como surgiu a enfermagem no contexto da Saúde Ocupacional?</h2><p data-pm-slice="1 1 []">A <a href="https://www.ordemenfermeiros.pt/arquivo-de-p%C3%A1ginas-antigas/compet%C3%AAncia-acrescida-diferenciada-em-enfermagem-do-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">enfermagem do trabalho</a> surgiu com a evolução da Medicina do Trabalho e da preocupação crescente com a proteção da saúde dos trabalhadores durante a industrialização.</p><p class="isSelectedEnd">Com o aumento dos riscos profissionais e das exigências associadas à segurança no trabalho, tornou-se necessário integrar profissionais especializados na prevenção, vigilância e acompanhamento da saúde em contexto laboral.</p><p>Assim, o enfermeiro de Saúde Ocupacional desempenha hoje um papel essencial na monitorização da saúde dos trabalhadores, na prevenção de riscos profissionais e na promoção de uma cultura de cuidado dentro das organizações.</p><h2 class="wp-block-heading">Qual o papel do enfermeiro nas empresas?</h2><p>O enfermeiro do trabalho acompanha diariamente trabalhadores e empresas em diferentes contextos de atuação Como tal, entre as principais funções da enfermagem em Saúde Ocupacional destacam-se:</p><h3>Acompanhamento e Vigilância na Saúde</h3><p class="isSelectedEnd">O enfermeiro acompanha o estado de saúde dos trabalhadores, participa em exames de saúde ocupacional e monitoriza <a href="https://www.rpso.pt/principais-riscos-e-fatores-de-risco-ocupacionais-associados-aos-bombeiros-eventuais-doencas-profissionais-e-medidas-de-protecao-recomendadas/" target="_blank" rel="noopener">fatores de risco</a> associados ao ambiente laboral.</p><p>Além disso, acompanha colaboradores com limitações temporárias ou permanentes e contribui para a adaptação dos cuidados às necessidades de cada trabalhador.</p><h3>Primeiros socorros e resposta a emergências</h3><p class="isSelectedEnd">A prestação de <a href="https://sepri.pt/noticia/primeiros-socorros-no-trabalho/">primeiros socorros</a> continua a ser uma das funções mais conhecidas da enfermagem nas empresas.</p><p>Contudo, o trabalho vai muito além disso. O enfermeiro participa na gestão de situações de emergência, acidentes de trabalho e encaminhamento clínico, garantindo uma resposta rápida e adequada sempre que necessário.</p><h3>Promoção da saúde e prevenção</h3><p class="isSelectedEnd">A prevenção é uma das áreas mais importantes da enfermagem do trabalho. Os profissionais de enfermagem desenvolvem ações de sensibilização relacionadas com:</p><ul data-spread="false"><li>saúde mental;</li><li>ergonomia;</li><li>gestão do stress;</li><li>vacinação;</li><li>alimentação saudável;</li><li>estilos de vida saudáveis;</li><li>prevenção de doenças profissionais.</li></ul><p>Através destas ações, contribuem para empresas mais saudáveis e trabalhadores mais protegidos.</p><h2 class="wp-block-heading">Porque é que a enfermagem nas empresas é tão importante?</h2><p>A presença de profissionais de enfermagem em contexto empresarial traz benefícios não só para os trabalhadores, mas também para as próprias organizações. Como consequência, as empresas que investem em Saúde Ocupacional e enfermagem conseguem:</p><ul data-spread="false"><li>reduzir absentismo;</li><li>promover o bem-estar das equipas;</li><li>melhorar o ambiente organizacional;</li><li>prevenir acidentes e doenças profissionais;</li><li>aumentar a proximidade com os colaboradores;</li><li>reforçar a cultura de segurança e prevenção.</li></ul><p>Mais do que uma obrigação legal, a enfermagem tornou-se uma ferramenta estratégica de cuidado e valorização humana dentro das empresas.</p><h2>O lado mais humano da enfermagem</h2><p>Existem cuidados que nem sempre se veem, mas que fazem toda a diferença.</p><p class="isSelectedEnd">Na realidade diária da enfermagem existem profissionais que acompanham trabalhadores nas empresas, apoiam utentes ao domicílio, ajudam na recuperação física após acidentes e criam relações de proximidade com as pessoas que acompanham.</p><p class="isSelectedEnd">Como tal, é precisamente esta dimensão humana que torna a enfermagem uma das profissões mais importantes na área da saúde.</p><p>Mais do que procedimentos clínicos, a enfermagem representa presença, empatia, escuta e cuidado.</p><h2>Conclusão</h2><p class="default">O papel do enfermeiro nas empresas é hoje muito mais abrangente do que muitas pessoas imaginam.</p><p>Entre prevenção, acompanhamento clínico, educação para a saúde e proximidade humana, a enfermagem assume uma função essencial na construção de ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e humanos.</p><p>Num mundo profissional cada vez mais exigente, cuidar das pessoas deixou de ser apenas uma responsabilidade, passou a ser uma prioridade.</p><p>E é precisamente nesse cuidado diário que a enfermagem continua a fazer a diferença!</p>								</div>
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		<title>Medicina do Trabalho em Portugal: Guia Completo para Empresas &#124; SEPRI</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/medicina-trabalho-portugal-guia-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 17:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que é a medicina do trabalho, quais os exames obrigatórios, como obter a ficha de aptidão e quais as coimas por incumprimento. Guia atualizado para empresas e departamentos de RH.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">
<p class="wp-block-paragraph">A medicina do trabalho é hoje um elemento central na gestão sustentável das empresas. Num contexto de maior exigência legal, pressão sobre a produtividade e crescente foco no bem-estar organizacional, a saúde ocupacional deixou de ser apenas uma obrigação para passar a ser uma alavanca estratégica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para empresas com grande número de trabalhadores — especialmente nos setores de risco elevado — garantir um sistema eficaz de saúde e segurança no trabalho traduz-se em ganhos diretos na produtividade, redução do absentismo e melhoria da retenção de talento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Este guia apresenta uma visão completa sobre a medicina do trabalho em Portugal, com base no enquadramento legal da Lei n.º 102/2009 e nas orientações técnicas da Direção-Geral da Saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Medicina do Trabalho?</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">A medicina do trabalho é uma especialidade médica, <a href="https://ordemdosmedicos.pt/a-ordem/orgaos-tecnicos/colegios/especialidades/medicina-do-trabalho" target="_blank" rel="noopener">reconhecida pela Ordem dos Médicos</a>, dedicada à prevenção de riscos profissionais e à promoção da saúde dos trabalhadores em contexto laboral. Esta especialidade tem como objetivo promover a <strong>saúde e bem-estar dos trabalhadores</strong>, focando-se a atividade de prevenção de doença e promoção da saúde nos fatores especificamente relacionados com o trabalho. O intuito não é tratar doenças, mas antecipá-las — identificando riscos, avaliando a aptidão de cada trabalhador para a sua função e assegurando que o ambiente de trabalho não compromete a saúde de quem nele trabalha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, a medicina do trabalho integra o conceito mais alargado de saúde ocupacional e é regulamentada pela Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, que estabelece o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho. Esta lei obriga todas as entidades empregadoras, independentemente da sua dimensão ou setor de atividade, a assegurar serviços de medicina do trabalho aos seus colaboradores.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que faz o médico do trabalho?</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">O médico do trabalho vai além da consulta em gabinete médico:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Avaliação e vigilância da saúde dos trabalhadores</strong> — através da realização de exames de admissão, periódicos e ocasionais, com emissão obrigatória da ficha de aptidão</li>
<li><strong>Visitas aos postos de trabalho</strong> — para identificar riscos concretos e sugerir medidas de mitigação adaptadas à realidade de cada empresa</li>
<li><strong>Identificação de riscos profissionais</strong> — em articulação com o técnico de segurança no trabalho</li>
<li><strong>Acompanhamento de situações de doença profissional ou acidente de trabalho</strong> — contribuindo para a prevenção de recorrências</li>
<li><strong>Promoção da saúde organizacional</strong> — através de campanhas de sensibilização, rastreios e programas de bem-estar no trabalho fora do gabinete médico </li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Obrigações das Empresas em Medicina do Trabalho</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.pgdlisboa.pt/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=1158&amp;tabela=leis" target="_blank" rel="noopener">Lei n.º 102/2009</a> estabelece que todas as empresas devem garantir a segurança e saúde dos trabalhadores em todos os aspetos relacionados com o trabalho. A fiscalização do cumprimento destas obrigações é assegurada, em Portugal,  pela Autoridade para as Condições do Trabalho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em suma, as empresas são obrigadas a:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Organizar serviços de segurança e saúde no trabalho (de forma interna ou externa, subcontratando o serviço a empresas autorizadas e certificadas, como a SEPRI)</li>
<li>Assegurar a vigilância da saúde dos seus trabalhadores</li>
<li>Realizar avaliação de riscos profissionais na empresa</li>
<li>Implementar medidas de prevenção dos riscos identificados</li>
<li>Promover a formação e informação dos trabalhadores</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">Estas obrigações aplicam-se independentemente da dimensão da empresa, mas tornam-se mais exigentes à medida que o número de trabalhadores aumenta. A partir do momento em que a entidade empregadora tem trabalhadores a seu cargo, tem de assegurar o cumprimento destas obrigações. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A base de todo o sistema de saúde ocupacional é a avaliação de riscos. A legislação exige que todas as medidas de prevenção sejam fundamentadas numa análise sistemática dos riscos existentes em cada posto de trabalho. Os riscos laborais são avaliados pelo Técnico de Segurança no Trabalho e pelo Médico do Trabalho. É fundamental que além de realizar as consultas aos trabalhadores em gabinete médico, o médico conheça as componentes materiais do trabalho. O médico do trabalho realiza visitas periódicas aos vários postos de trabalho da empresa e emite um relatório de visita com identificação dos principais riscos para a saúde dos trabalhadores e sugestão de medidas de mitigação desses riscos. </p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que são riscos em contexto laboral? </strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A que riscos pode estar exposto?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Os riscos laborais são todas as situações, condições ou fatores presentes no ambiente de trabalho que podem causar danos à saúde, segurança ou bem-estar dos trabalhadores. A identificação, avaliação e controlo destes riscos é uma das obrigações centrais de qualquer empresa no âmbito da saúde ocupacional e segurança no trabalho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A legislação portuguesa, nomeadamente a Lei n.º 102/2009, impõe às entidades empregadoras a obrigação de avaliar os riscos existentes nos seus locais de trabalho e de adotar medidas preventivas adequadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os riscos laborais classificam-se em cinco grandes categorias:</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos físicos</strong> Ruído, vibrações, temperaturas extremas, radiações ionizantes e não ionizantes, iluminação inadequada ou humidade excessiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos químicos</strong> Exposição a substâncias perigosas, poeiras, fumos, vapores, solventes ou produtos tóxicos que podem ser inalados, ingeridos ou absorvidos pela pele.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos biológicos</strong> Contacto com microrganismos como vírus, bactérias, fungos ou parasitas, frequentes em contextos como saúde, alimentação ou tratamento de resíduos.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos ergonómicos</strong> Posturas inadequadas, movimentos repetitivos, esforços excessivos ou utilização incorreta de equipamentos, que podem originar lesões musculoesqueléticas.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Riscos psicossociais</strong> Stress laboral, burnout, assédio moral ou situações de violência no trabalho, cada vez mais reconhecidos como fatores de risco com impacto direto na saúde dos trabalhadores. <a href="https://sepri.pt/noticia/riscos-psicossociais-tudo-o-que-precisa-saber/">Mais sobre riscos psicossociais: o que são, causas e prevenção.</a></p>
<p class="wp-block-paragraph">A avaliação de riscos laborais deve ser realizada com o apoio de um serviço de saúde ocupacional especializado, sendo o médico do trabalho e o técnico de segurança figuras centrais neste processo. Uma gestão eficaz dos riscos laborais reduz o absentismo, previne acidentes de trabalho e doenças profissionais, e contribui para uma organização mais produtiva e resiliente.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são atividades de risco elevado?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">São considerados setores de atividade de risco elevado, <a href="https://portal.act.gov.pt/AnexosPDF/DSPSST/Atividades%20de%20risco%20elevado.pdf" target="_blank" rel="noopener">segundo a ACT</a>:<br />a) Trabalhos em obras de construção, escavação, movimentação de terras, de túneis, com riscos de quedas de altura ou de soterramento, demolições e intervenção em ferrovias e rodovias sem interrupção de tráfego;<br />b) Atividades de indústrias extrativas;<br />c) Trabalho hiperbárico;<br />d) Atividades que envolvam a utilização ou armazenagem de produtos químicos perigosos suscetíveis de provocar acidentes graves;<br />e) Fabrico, transporte e utilização de explosivos e pirotecnia;<br />f) Atividades de indústria siderúrgica e construção naval;<br />g) Atividades que envolvam contacto com correntes elétricas de média e alta tensões;<br />h) Produção e transporte de gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos ou a utilização significativa dos mesmos;<br />i) Atividades que impliquem a exposição a radiações ionizantes;<br />j) Atividades que impliquem a exposição a agentes cancerígenos, mutagénicos ou tóxicos para a reprodução;<br />l) Atividades que impliquem a exposição a agentes biológicos do grupo 3 ou 4;<br />m) Trabalhos que envolvam exposição a sílica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Direção-Geral da Saúde, o processo de avaliação e gestão dos riscos deve ser contínuo e integrado na operação da empresa, não sendo um exercício pontual ou meramente documental.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalhadores expostos a risco elevado</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a legislação portuguesa em vigor, os trabalhadores expostos a riscos elevados estão sujeitos a <strong>exames de saúde periódicos com frequência anual</strong>, independentemente da sua idade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esta obrigatoriedade aplica-se a trabalhadores expostos a fatores de risco específicos, nomeadamente:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Agentes químicos, físicos ou biológicos</strong> com potencial de dano para a saúde</li>
<li><strong>Posturas, movimentos ou esforços</strong> que possam causar lesões musculoesqueléticas</li>
<li><strong>Ruído e vibrações</strong> acima dos valores limite de exposição</li>
<li><strong>Radiações ionizantes</strong> ou outras substâncias perigosas</li>
<li><strong>Trabalho noturno</strong> ou em condições de stress térmico</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">É da responsabilidade do <strong>médico do trabalho</strong> determinar, caso a caso, se a exposição ao risco justifica uma periodicidade ainda mais frequente. Cabe à empresa, no âmbito do seu serviço de saúde ocupacional, garantir o cumprimento destas obrigações legais e manter o registo atualizado de todos os exames realizados.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Trabalhadores em regime de teletrabalho</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que devem fazer em relação à medicina do trabalho?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">O teletrabalho não altera o enquadramento legal da medicina do trabalho em Portugal. As empresas continuam obrigadas a garantir a realização de consultas e exames de medicina do trabalho. Trabalhadores em teletrabalho beneficiam da mesma proteção de saúde ocupacional que os presenciais, incluindo da realização de exames médicos. A <strong>Lei n.º 83/2021, de 6 de dezembro</strong>, que modifica o regime de teletrabalho, alterando o Código do Trabalho e a <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/lei/98-2009-489505" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei n.º 98/2009</a>, de 4 de setembro, que regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais, estipula que, para os trabalhadores em regime de teletrabalho, o exame periódico de medicina do trabalho deve ser feito <strong>todos os anos</strong>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O empregador deve promover a realização de exames de saúde no trabalho antes da implementação do teletrabalho e, posteriormente, exames anuais para avaliação da aptidão física e psíquica do trabalhador para o exercício da atividade. O regime legal de reparação dos acidentes de trabalho e doenças profissionais aplica-se às situações de teletrabalho, considerando-se local de trabalho o local escolhido pelo trabalhador para exercer habitualmente a sua atividade</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como organizar os Serviços de Saúde e Segurança no Trabalho?</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">As empresas podem organizar os seus serviços de medicina do trabalho de três formas:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Serviço interno</strong> — com médico do trabalho próprio, geralmente em grandes organizações</li>
<li><strong>Serviço externo</strong> — contratando uma <a href="https://www.dgs.pt/saude-ocupacional/autorizacao-de-servicos-externos-de-saude-do-trabalho.aspx" target="_blank" rel="noopener">entidade prestadora certificada e autorizada pela Direção-Geral da Saúde (DGS)</a>, a opção mais comum nas pequenas e médias empresas</li>
<li><strong>Serviço comum ou interempresas</strong> — partilhado entre várias empresas, geralmente do mesmo setor ou zona geográfica</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do modelo a adotar, o serviço deve garantir:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Planeamento anual de atividades</li>
<li>Programas de prevenção</li>
<li>Envolvimento contínuo dos trabalhadores</li>
<li>Monitorização contínua</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">A abordagem deve ser sistemática e orientada para a melhoria contínua. Pode pedir uma proposta personalizada para a sua empresa, de acordo com o nº de trabalhadores e setor de atividade através <a href="https://empresassaudaveis.sepri.pt/medicina-trabalho">deste link</a>.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os exames obrigatórios na medicina do trabalho</strong>?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da medicina do trabalho, a legislação portuguesa estabelece um conjunto de exames de saúde obrigatórios que as empresas devem assegurar a todos os trabalhadores. Estes exames são realizados pelo médico do trabalho e têm como objetivo avaliar a aptidão do trabalhador para o exercício da sua função, bem como detetar precocemente eventuais danos para a saúde relacionados com a atividade profissional.</p>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Exame de admissão</strong><br />Realizado antes do início da atividade ou até 15 dias após a admissão</li>
<li><strong>Exames periódicos</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Anuais para trabalhadores ou com mais de 50 anos, que realizam trabalho de risco elevado, para trabalhadores noturnos e para trabalhadores em regime de teletrabalho</li>
<li>Bienais para os restantes</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Exames ocasionais</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança de função</li>
<li>Regresso ao trabalho após ausência prolongada</li>
<li>Outros motivos previstos na legislação </li>
</ul>
</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">São realizados exames complementares de diagnóstico, por enfermeiro do trabalho, antes da consulta com o médico. Os exames mais comuns são:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Rastreio visual</li>
<li>Audiometria</li>
<li>Electrocardiograma</li>
<li>Espirometria</li>
</ul>
<p class="wp-block-paragraph">Poderão ter de ser realizadas análises clínicas específicas aos trabalhadores de acordo com o setor de atividade. O <a href="http://projects.itn.pt/JGAlves/DGS_Guia_Tec_01.pdf" target="_blank" rel="noopener">Guia Técnico Nº1 da Direção-Geral de Saúde</a> recomenda a realização de análises clínicas específicas a trabalhadores expostos a radiação ionizante (por exemplo, médicos dentistas e outros profissionais que trabalham com raio-x) e trabalhadores expostos a agentes químicos. Opte por um fornecedor de Medicina do Trabalho que tem conhecimento das exigências nacionais e realiza o procedimento de vigilância da saúde dos seus trabalhadores de acordo com a lei e as melhores práticas definidas pelas entidades reguladoras. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Todos os custos associados à medicina do trabalho são da responsabilidade da entidade empregadora. Para o trabalhador, a consulta é sempre gratuita.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como obter a Ficha de Aptidão Médica para o trabalho?</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">A ficha de aptidão é o documento emitido pelo médico do trabalho após a realização da consulta de medicina do trabalho, e é de emissão obrigatória para todos os trabalhadores. É da responsabilidade da empresa garantir que todos os colaboradores têm a sua ficha de aptidão atualizada — uma obrigação legal prevista no Código do Trabalho e na Lei n.º 102/2009 (Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para obter a ficha de aptidão, a empresa deve seguir estes passos:</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Contratar um serviço de saúde ocupacional</strong> A empresa deve ter um serviço de medicina do trabalho organizado — interno ou externo. A maioria das empresas recorre a prestadores externos especializados, como a SEPRI, que asseguram toda a gestão das consultas e da documentação associada.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Agendar as consultas de medicina do trabalho</strong> Cabe à entidade empregadora, e/ou ao prestador de serviços externos deste serviço, agendar e garantir a comparência dos trabalhadores nas consultas médicas. Estas podem ser de admissão, periódicas ou ocasionais, consoante a situação de cada colaborador.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Realização da consulta pelo médico do trabalho</strong> Após a avaliação clínica, o médico do trabalho emite a ficha de aptidão, classificando o trabalhador como <strong>Apto</strong>, <strong>Apto Condicionalmente</strong> ou <strong>Inapto</strong> para o exercício da sua função.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Arquivo e gestão documental</strong> A empresa é obrigada a conservar as fichas de aptidão e a disponibilizá-las sempre que solicitado pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT). <a href="https://sepri.pt/noticia/ficha-de-aptidao-para-o-trabalho-tudo-o-que-deve-saber/">Se quiser saber mais sobre este tema veja o nosso artigo aqui.</a></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Coimas Medicina no Trabalho em Portugal por Incumprimento</strong></h2>
<p class="wp-block-paragraph">O incumprimento das obrigações legais em matéria de medicina do trabalho e saúde ocupacional é fiscalizado pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e constitui uma contraordenação grave ou muito grave, nos termos da Lei n.º 102/2009. As coimas aplicadas <a href="http://bdjur.almedina.net/citem.php?field=item_id&amp;value=1362224" target="_blank" rel="noopener">variam em função da dimensão da empresa e da gravidade da infração</a>:</p>
<figure class="wp-block-table">
<table class="has-fixed-layout">
<thead>
<tr>
<th>Dimensão da empresa</th>
<th>Coima mínima</th>
<th>Coima máxima</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Microempresas</td>
<td>510 €</td>
<td>3.060 €</td>
</tr>
<tr>
<td>Pequenas e médias empresas</td>
<td>1.020 €</td>
<td>25.500 €</td>
</tr>
<tr>
<td>Grandes empresas</td>
<td>2.040 €</td>
<td>61.200 €</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph">As infrações mais frequentes que originam coimas incluem a não realização dos exames de saúde de admissão, periódicos ou ocasionais dentro dos prazos legais, a ausência de serviço de saúde ocupacional organizado, e a falta de emissão da ficha de aptidão após cada consulta. A prevenção é, invariavelmente, mais económica do que a reparação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como escolher um parceiro de saúde ocupacional</strong>?</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A escolha do parceiro certo para os serviços de saúde ocupacional é uma decisão estratégica para qualquer empresa. Um serviço de medicina do trabalho eficaz não se limita ao cumprimento das obrigações legais — contribui diretamente para a redução do absentismo, a prevenção de acidentes e a produtividade da empresa. Há, por isso, critérios que não devem ser negligenciados na hora de escolher.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Certificação e autorização pela DGS</strong> O primeiro critério é inegociável: o prestador de serviços de saúde ocupacional deve estar autorizado pela Direção-Geral da Saúde (DGS). Esta autorização garante que a empresa cumpre os requisitos técnicos, humanos e organizacionais exigidos por lei. Antes de assinar qualquer contrato, verifique se o prestador consta da <a href="https://portal.act.gov.pt/Pages/Entidades_autorizadas_servicos_externos.aspx" target="_blank" rel="noopener">lista pública de entidades autorizadas disponível no site da DGS.</a></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Equipa técnica qualificada</strong> Um serviço de saúde ocupacional de qualidade implica uma equipa multidisciplinar — médico do trabalho com <a href="https://ordemdosmedicos.pt/area-medica/medicos-registados-na-om" target="_blank" rel="noopener">especialidade reconhecida pela Ordem dos Médicos</a>, técnico de segurança no trabalho e, idealmente, outros profissionais de saúde de apoio. Avalie a qualificação e experiência da equipa antes de decidir.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Capacidade de resposta e proximidade geográfica</strong> A medicina do trabalho exige visitas periódicas aos postos de trabalho e disponibilidade para situações ocasionais. Um parceiro com capacidade de resposta rápida e presença geográfica próxima da sua empresa garante maior eficiência e menor perturbação da atividade.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Experiência no seu setor de atividade</strong> Os riscos laborais variam significativamente entre setores. Um parceiro com experiência comprovada no seu setor — seja indústria, tecnologia, saúde ou serviços — conhece melhor os riscos específicos da sua atividade e está mais preparado para propor medidas de prevenção adequadas.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Gestão documental e cumprimento de prazos</strong> O controlo das fichas de aptidão, dos prazos de exames periódicos e do historial clínico dos trabalhadores é uma das maiores dores de cabeça dos departamentos de RH. Opte por um parceiro que disponha de sistemas de gestão documental eficazes e digitais e que assegure o cumprimento proativo dos prazos legais — sem que tenha de ser a empresa a fazer a gestão.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Abordagem preventiva e não apenas reativa</strong> A diferença entre um bom e um mau serviço de saúde ocupacional está, muitas vezes, na postura. Um parceiro de qualidade não se limita a realizar consultas — acompanha a evolução da saúde dos trabalhadores, visita regularmente os locais de trabalho, identifica riscos emergentes e propõe melhorias concretas. Questione o prestador sobre a frequência e conteúdo das visitas às instalações.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>7. Transparência e comunicação</strong> A relação com o parceiro de saúde ocupacional deve ser clara e transparente. Avalie a qualidade da comunicação, a clareza dos relatórios emitidos e a disponibilidade para esclarecer dúvidas — especialmente em situações de maior complexidade, como a gestão de trabalhadores com restrições ou a avaliação de postos de trabalho com risco elevado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A saúde dos colaboradores é um dos ativos mais valiosos de qualquer organização. Escolher o parceiro certo para a gerir é, por isso, uma decisão que merece tempo e critério — e que se reflete, a longo prazo, nos resultados da empresa.s empresas que investem de forma estruturada em saúde ocupacional posicionam-se de forma mais sólida e sustentável.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em suma:</p>
<figure class="wp-block-table">
<table class="has-fixed-layout">
<thead>
<tr>
<th>Critério</th>
<th>O que avaliar</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Certificação DGS</strong>, <strong>ACT + Outras</strong></td>
<td>Verificar se o prestador consta da lista pública de entidades autorizadas pela Direção-Geral da Saúde e pela Autoridade para as Condições do Trabalho. Certificações adicionais, por exemplo, pela ISO 9001 podem dar-lhe garantia extra ao nível da capacidade de organização e de eficiência dos processos da empresa</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Equipa técnica</strong> <strong>e clínica qualificada </strong></td>
<td>Médico do trabalho com especialidade reconhecida pela Ordem dos Médicos, enfermeiro qualificado e técnico de segurança no trabalho qualificado. Verifique se existe uma equipa administrativa e de gestão do contrato capaz de lhe dar suporte ao nível do planeamento das atividades obrigatórias e do fornecimento de indicadores da atividade</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Capacidade de resposta e cobertura nacional</strong></td>
<td>Disponibilidade para situações ocasionais e proximidade geográfica à empresa</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Experiência setorial</strong></td>
<td>Conhecimento comprovado dos riscos específicos do seu setor de atividade</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Gestão documental</strong></td>
<td>Controlo proativo de fichas de aptidão, prazos de exames periódicos e historial clínico</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Abordagem preventiva</strong></td>
<td>Visitas regulares aos postos de trabalho, identificação de riscos emergentes e propostas de melhoria concretas</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Transparência e comunicação</strong></td>
<td>Clareza dos relatórios, disponibilidade para esclarecimentos e qualidade do acompanhamento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>FAQ</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A medicina do trabalho é obrigatória em Portugal?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Sim. Todas as empresas devem garantir serviços de saúde e segurança no trabalho conforme a Lei n.º 102/2009.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com que frequência devem ser realizados exames médicos?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Depende do risco e da idade do trabalhador, sendo normalmente anuais ou bienais.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>A medicina do trabalho inclui saúde mental?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Sim. A avaliação de riscos psicossociais é parte integrante da saúde ocupacional, conforme orientações da Direção-Geral da Saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem fiscaliza o cumprimento da lei?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">A Autoridade para as Condições do Trabalho é a principal entidade responsável pela fiscalização.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégia Nacional SST 2026-2027: o que muda para as empresas?</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/estrategia-nacional-sst-2026-2027-o-que-muda-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[legislação saúde ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sepri.pt/?p=5490</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resumindo, o que diz a ENSST?<br />
A ENSST traz prioridades concretas:<br />
Maior foco na prevenção de riscos profissionais<br />
Reforço da vigilância da saúde dos trabalhadores<br />
Aposta na literacia em segurança e saúde ao longo da vida<br />
Integração destes temas na formação e educação<br />
Melhor utilização de dados para decisão e acompanhamento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2> </h2>
<p id="isPasted" class="default">A nova <a href="https://portugal.gov.pt/gc25/comunicacao/noticias/estrategia-nacional-para-a-seguranca-e-saude-no-trabalho-para-2026-2027" target="_blank" rel="noopener">Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho (ENSST 2026-2027)</a>, aprovada a 16 de abril, não é apenas mais um documento orientador — é um sinal claro de que as exigências na área da segurança e saúde ocupacional vão intensificar-se nos próximos anos.<br /><br /></p>
<p class="default">Num contexto de transformação acelerada — <strong>digitalização, novos modelos de trabalho e envelhecimento da população ativa</strong> — esta estratégia define um caminho: ambientes de trabalho mais seguros, mais saudáveis e mais preparados para o futuro.</p>
<h3 class="default"><strong>Quais as mudanças da ENSST para as empresas?</strong></h3>
<p class="default">A ENSST traz <strong>prioridades </strong>concretas:</p>
<ul data-start="844" data-end="1122">
<li data-section-id="1td364s" data-start="844" data-end="895">Maior foco na prevenção de riscos profissionais</li>
<li data-section-id="1gszjpl" data-start="896" data-end="948">Reforço da vigilância da saúde dos trabalhadores</li>
<li data-section-id="1k0tskc" data-start="949" data-end="1010">Aposta na literacia em segurança e saúde ao longo da vida</li>
<li data-section-id="e16ph0" data-start="1011" data-end="1061">Integração destes temas na formação e educação</li>
<li data-section-id="1g2iby8" data-start="1062" data-end="1122">Melhor utilização de dados para decisão e acompanhamento<br /><br /></li>
</ul>
<p class="default">O objetivo é reduzir a sinistralidade laboral — sobretudo acidentes graves e mortais — onde Portugal continua acima da média europeia.</p>
<h2>ENSST 2026-2027: porque deve isto estar no radar da sua empresa?</h2>
<p class="default">Estas orientações poderão traduzir-se, na prática, em maior escrutínio, mais responsabilidade e expectativas mais elevadas sobre as organizações.</p>
<p class="default"><strong>Mas há um outro lado: </strong>empresas que antecipam estas mudanças não só reduzem riscos, como ganham em eficiência, produtividade e reputação. A segurança e saúde no trabalho deixam de ser apenas uma obrigação legal — passam a ser um fator estratégico. </p>
<h3>O que vem a seguir?</h3>
<p class="default">No próximo dia 27 de maio será apresentado o Programa <strong>Nacional de Saúde Ocupacional 2030 (PNSOC 2030)</strong>, reforçando esta trajetória e trazendo novas linhas de atuação para a próxima década.</p>
<p class="default">A partir do dia 27 de maio, teremos ações mais concretas.</p>
<h2 class="default-heading3">Como a SEPRI pode ajudar a sua empresa a cumprir com a ENSST 2026-2027?</h2>
<p class="default">Na SEPRI, acompanhamos estas mudanças de perto para garantir que os nossos clientes não apenas cumprem — mas se destacam.  Além de o mantermos informado, estamos a criar novos <a href="https://sepri.pt/seguranca-e-saude-no-trabalho/">serviços</a> e novas formas de acompanhamento, adaptadas às novas exigências. </p>
<p class="default">Podemos apoiar a sua empresa em:</p>
<ul data-start="2121" data-end="2373">
<li data-section-id="1t4l4mk" data-start="2121" data-end="2182">Alinhamento com as novas exigências estratégicas</li>
<li data-section-id="dx59hu" data-start="2183" data-end="2274">Implementação de medidas de prevenção eficazes e ajustadas à realidade da sua atividade</li>
<li data-section-id="1p8kqr6" data-start="2275" data-end="2320">Reforço dos serviços de saúde ocupacional de forma integrada e multidisciplinar </li>
<li data-section-id="1co3eep" data-start="2321" data-end="2373">Promoção da literacia em segurança e saúde ocupacional, de uma cultura de segurança e bem-estar</li>
</ul>
<p class="default">Antecipar é sempre mais eficaz (e menos dispendioso) do que reagir. Se a sua empresa ainda não tem apoio nesta matéria, <a href="https://sepri.pt/contactos/">fale conosco.</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Medicina do Trabalho SEPRI Braga – 253 271 525</p>
<p>Medicina do Trabalho SEPRI Lisboa – 212 693 999</p>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Primeiros Socorros no Trabalho</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/primeiros-socorros-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Exame Primário e Secundário]]></category>
		<category><![CDATA[Foco no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Kit de Primeiros Socorros]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros Socorros no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde ocupacional porto]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sepri.pt/?p=5467</guid>

					<description><![CDATA[<p>No ambiente de trabalho, a segurança não depende apenas da prevenção, depende também da capacidade de resposta. Um acidente ou emergência médica pode acontecer a qualquer momento, e os primeiros minutos são muitas vezes decisivos!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="5467" class="elementor elementor-5467" data-elementor-post-type="post">
				<div class="elementor-element elementor-element-6f2e11dc e-flex e-con-boxed wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no e-con e-parent" data-id="6f2e11dc" data-element_type="container" data-e-type="container">
					<div class="e-con-inner">
				<div class="elementor-element elementor-element-2e86b267 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="2e86b267" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>No ambiente de trabalho, a segurança não depende apenas da prevenção, depende também da capacidade de resposta. Um acidente ou <a href="https://www.erc.edu/science-research/guidelines/guidelines-2025/guidelines-2025-english/" target="_blank" rel="noopener">emergência médica</a> pode acontecer a qualquer momento, e os primeiros minutos são muitas vezes decisivos!</p><p>Neste artigo, explicamos como agir em situações de emergência e porque é essencial olhar também para os riscos que não se veem.</p><h2 class="wp-block-heading">Como agir perante uma vítima: exame primário e secundário</h2><p data-pm-slice="1 1 []">O exame primário tem como objetivo identificar situações que colocam a vida em risco imediato. Consiste no método &#8220;<a href="https://sanarmed.com/abcde-do-trauma/" target="_blank" rel="noopener">ABCDE</a>&#8220;:</p><ul><li data-pm-slice="1 1 []"><strong>A &#8211; Via Aérea</strong> (Airway): verificar se está desobstruída;</li><li data-pm-slice="1 1 []"><strong>B &#8211; Respiração</strong> (Breathing): observar se respira normalmente;</li><li data-pm-slice="1 1 []"><strong>C &#8211; Circulação</strong> (Circulation): verificar pulso e hemorragias;</li><li data-pm-slice="1 1 []"><strong>D &#8211; Estado Neurológico</strong> (Disability): avaliar nível de consciência;</li><li data-pm-slice="1 1 []"><strong>E &#8211; Exposição</strong> (Exposure): identificar lesões visíveis</li></ul><p>Se houver risco de vida, a prioridade é estabilizar a vítima e contactar os serviços de emergência. Assim o exame secundário é uma estratégia adotada após uma avaliação detalhada para garantir que não há perigo imediato:</p><ul><li>Avaliar sintomas como dor, tonturas ou dificuldade respiratória;</li><li>Recolher informação sobre o que aconteceu;</li><li>Verificar histórico relevante (doenças, medicação, alergias&#8230;);</li><li>Observar sinais menos evidentes como contusões ou deformações.</li></ul><p>Esta avaliação permite uma intervenção mais completa e eficaz.</p><h2 class="wp-block-heading">Como fazer uma chamada efetiva para o 112</h2><p>Uma <a href="https://www.inem.pt/2017/05/30/ligue-112/" target="_blank" rel="noopener">comunicação clara</a> pode acelerar significativamente a resposta de emergência. Ao ligar, deve:</p><ul><li>Indicar a localização exata (empresa, morada, etc.). Nunca esquecer de indicar pontos de referência;</li><li>Descrever a situação em concreto;</li><li>Informar do estado atual a vítima;</li><li>Indicar o número de pessoas envolvidas;</li><li>Responder com calma a todas as perguntas do operador.</li></ul><p><strong>Nunca desligue primeiro!</strong> Aguarde sempre instruções.</p><h2 class="wp-block-heading">Riscos Invisíveis no Trabalho: o perigo silencioso</h2><p>Nem todos os perigos no local de trabalho são imediatos ou evidentes. Aliás, muitos desenvolvem-se de forma silenciosa, integrados na rotina diária, e só se tornam visíveis quando já causaram impacto.</p><p>O que caracteriza os riscos invisíveis?</p><ul><li>Não provocam dano imediato;</li><li>São frequentemente ignorados ou normalizados;</li><li>Resultam de hábitos repetidos;</li><li>Acumulam efeitos ao longo do tempo.</li></ul><p>O maior risco é precisamente este: passarem despercebidos.</p><h5>Ergonomia neglicenciada</h5><p>Posturas incorretas e postos de trabalho.</p><p><strong>Consequências:</strong> dores lombares, problemas cervicais e lesões musculoesqueléticas</p><h5>Esforços físicos mal executados</h5><p>Levantar cargas de forma incorreta ou evitar pedir ajuda pode parecer inofensivo no momento.</p><p><strong>Consequências:</strong> acumulação de microlesões que podem evoluir para lesões graves.</p><h5>Fadiga acumulada</h5><p>Trabalhar sem pausas ou sob cansaço constante reduz a capacidade de atenção.</p><p><strong>Consequências:</strong> aumento da probabilidade de erro e de acidentes.</p><h5>Exposição contínua a fatores físicos</h5><p>Ruído, iluminação inadequada ou temperaturas extremas afetam o desempenho de forma progressiva.</p><p><strong>Consequência:</strong> impacto na concentração, na saúde e na segurança.</p><h5>Pressão psicológica constante</h5><p>Ambientes de trabalho exigentes e sem equilíbrio contribuem para o desgaste mental.</p><p><strong>Consequência:</strong> stress crónico, burnout e menor capacidade de reação.</p><h5>Pequenos sinais ignorados</h5><p>Dores recorrentes ou pequenos incidentes são frequentemente desvalorizados.</p><p><strong>Consequência:</strong> agravamento de problemas que poderiam ser evitados com intervenção precoce.</p><h2>Como reduzir os riscos invisíveis</h2><h5>Ao nível individual</h5><ul><li>Ajustar o posto de trabalho;</li><li>Fazer pausas regulares;</li><li>Respeitar os limites físicos;</li><li>Estar atento aos sinais do corpo.</li></ul><h5>Ao nível organizacional</h5><ul><li>Promover uma cultura de segurança ativa;</li><li>Incentivar o reporte precoce de sintomas;</li><li>Integrar ergonomia e bem-estar nas rotinas;</li><li>Formar equipas para reconhecer riscos não evidentes.</li></ul><p>Prevenir não é reagir, é antecipar!</p><h2>Conclusão</h2><p class="default">Ninguém espera um acidente, mas todos devem estar preparados para agir.</p><p>Ao mesmo tempo, é essencial reconhecer que muitos problemas começam muito antes de qualquer emergência, através de sinais silenciosos que tendemos a ignorar.</p><p>Os primeiros socorros salvam vidas no momento certo, mas a prevenção dos riscos invisíveis protege-as todos os dias.</p><h6><strong>Cuidar das pessoas é garantir o crescimento sustentável das empresas!</strong></h6><p>Saiba mais sobre Primeiros Socorros no Trabalho <a href="https://www.instagram.com/p/DTfeeGODPwS/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>								</div>
				</div>
					</div>
				</div>
				</div>
		<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://sepri.pt/noticia/primeiros-socorros-no-trabalho/">Primeiros Socorros no Trabalho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://sepri.pt">SEPRI</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Álcool e Segurança no Trabalho</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/alcool-e-seguranca-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de álcool em contexto laboral continua a ser um tema pouco abordado, mas com impacto direto na segurança, produtividade e saúde das equipas.</p>
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									<p>O consumo de álcool em contexto laboral continua a ser um tema pouco abordado, mas com impacto direto na segurança, produtividade e saúde nas equipas.</p><p>Em setores como construção civil, indústria e logística, onde o trabalho físico, a operação de máquinas e a tomada de decisões rápidas são constantes, pequenas alterações no desempenho podem ter consequências graves.</p><p>Neste artigo, explicamos o que acontece no cérebro quando consumimos álcool, como afeta a concentração e o julgamento, e porque aumenta o risco de acidentes de trabalho.</p><h2 class="wp-block-heading">O que acontece no cérebro quando consumimos álcool?</h2><p>O álcool atua como um depressor do sistema nervoso central, o que significa que abranda a atividade cerebral e a comunicação entre neurónios. </p><p>Ao entrar na corrente sanguínea, altera o equilíbrio de neurotransmissores, nomeadamente ao aumentar os efeitos inibitórios e reduzir a excitação neuronal.</p><p>Este processo tem consequências diretas na forma como o cérebro funciona:</p><ul><li>O processamento de informação torna-se mais lento;</li><li>A capacidade de reação diminui;</li><li>A atenção e o foco são afetados </li></ul><p>Mesmo em pequenas quantidades, o álcool começa a interferir com funções essenciais para o desempenho seguro no trabalho.</p><p>É por isso que uma pessoa pode sentir-se normal, mas já estar a operar com menor capacidade.</p><h2>Impacto do álcool no trabalho, na concentração e no julgamento</h2><p data-start="1559" data-end="1682">Um dos efeitos mais relevantes do álcool no contexto profissional está relacionado com a função cognitiva, especialmente a concentração e o julgamento.</p><p data-start="1559" data-end="1682">O álcool afeta a chamada função executiva no cérebro (responsável por avaliar riscos, manter o foco e tomar decisões):</p><p data-start="1559" data-end="1682">Na prática, isso traduz-se em situações reais como:</p><ul><li data-start="1559" data-end="1682">Maior distração e aumento de erros em tarefas de escritório;</li><li data-start="1559" data-end="1682">Falhas na execução de processos em ambiente industrial;</li><li data-start="1559" data-end="1682">Redução da coordenação e equilíbrio em trabalhos físicos;</li><li data-start="1559" data-end="1682">Diminuição da atenção ao detalhe em tarefas críticas.</li></ul><p>Além disso, o álcool reduz a percepção de risco, levando a uma maior confiança e a decisões potencialmente perigosas.</p><h2 data-start="1766" data-end="1832">Álcool e acidentes de trabalho: o que dizem os dados?</h2><p data-start="1857" data-end="1925">Estudos internacionais indicam que uma percentagem significativa dos acidentes de trabalho está associada ao consumo de álcool.</p><p data-start="1857" data-end="1925">O risco é particularmente elevado em setores como:</p><ul><li data-start="1857" data-end="1925">Construção civil;</li><li data-start="1857" data-end="1925">Indústria transformadora;</li><li data-start="1857" data-end="1925">Transportes e logística</li></ul><p>Estes setores caracterizam-se por maior exigência física, maior exposição a riscos operacionais e maior predominância de trabalhadores do sexo masculino.</p><p>Isto torna o tema ainda mais relevante do ponto de vista da saúde ocupacional e da prevenção.</p><h2 data-start="2122" data-end="2221">Riscos no trabalho associados ao consumo de álcool</h2><p>O impacto do álcool no trabalho não é apenas teórico, traduz-se em riscos concretos no dia a dia das empresas.</p><p>Principais riscos associados:</p><ul><li><strong>Atraso no tempo de reação:</strong> O trabalhador demora mais tempo a responder a estímulos, o que pode impedir a prevenção de acidentes;</li><li><strong>Diminuição da coordenação motora:</strong> Aumento do risco de quedas, erros na operação de máquinas e acidentes físicos;</li><li><strong>Redução da atenção e concentração:</strong> Pequenas distrações podem originar falhas nas consequências graves;</li><li><strong>Tomada de decisões inadequadas:</strong> A subestimação do risco leva a comportamentos mais impulsivos;</li><li><strong>Impacto na segurança coletiva:</strong> O risco não afeta apenas o indivíduo, pode comprometer toda a equipa.</li></ul><p>Em funções críticas, mesmo pequenas alterações no desempenho podem ter impacto significativo.</p><h2>O papel da saúde ocupacional e das empresas</h2><p>O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) destaca a importância de abordar o consumo de álcool no trabalho de forma estruturada e preventiva.</p><p>Este não é apenas um tema de saúde individual, mas uma questão de segurança coletiva e responsabilidade organizacional.</p><p><strong>Como prevenir o risco nas empresas?</strong></p><p>A prevenção passa por uma abordagem integrada, que inclui:</p><ul><li>Sensibilização e formação dos colaboradores;</li><li>Definição de políticas claras sobre consumo de álcool;</li><li>Monitorização em funções de risco (quando aplicável);</li><li>Apoio a colaboradores em situações de risco.</li></ul><p>Empresas que adotam estas medidas conseguem reduzir acidentes, melhorar o ambiente de trabalho e aumentar a produtividade.</p><h2 class="wp-block-heading">Medicina do Trabalho no Porto: a importância de acompanhamento especializado</h2><p>Se representa uma entidade empregadora na região Norte, a SEPRI pode auxiliá-lo nas suas necessidades de saúde ocupacional com equipas médicas especializadas e um serviço integrado:</p><ul><li data-start="4569" data-end="4605">maior proximidade aos trabalhadores;</li><li data-start="4608" data-end="4631">respostas mais rápidas;</li><li data-start="4634" data-end="4674">acompanhamento contínuo e personalizado;</li><li data-start="4677" data-end="4720">maior automatização de processos.</li></ul><p data-start="3135" data-end="3213">Prestamos serviços de Medicina do Trabalho orientados para a prevenção, segurança e bem-estar dos trabalhadores, e brevemente afirmamos presença clínica no Porto!</p>								</div>
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									<p>O impacto do álcool no organismo está bem documentado: abranda o cérebro, compromete a concentração e altera a capacidade de decisão.</p><p>Num contexto laboral, estes efeitos traduzem-se num aumento de risco de erro e acidente, especialmente em funções que exigem rapidez, precisão e controlo.</p><h6>Falar sobre o consumo de álcool no trabalho é essencial para promover ambientes mais seguros, proteger as equipas e garantir o bom funcionamento das empresas!</h6>								</div>
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		<title>Dormir Bem para Trabalhar Melhor</title>
		<link>https://sepri.pt/noticia/dormir-bem-para-trabalhar-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:36:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Sono, explicamos o que acontece no corpo enquanto estamos a dormir, o que são as diferentes fases do sono e de que forma uma boa higiene do sono o pode ajudar no trabalho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="4997" class="elementor elementor-4997" data-elementor-post-type="post">
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									<p>O sono é uma das funções biológicas mais importantes para o equilíbrio do corpo humano. No entanto, continua a ser frequentemente negligenciado na rotina diária, especialmente em contextos profissionais exigentes.</p><p>Neste artigo explicamos o que acontece no corpo quando dormimos, quantas horas de sono são necessárias e de que forma a privação de sono pode afetar o rendimento no trabalho.</p><h2 class="wp-block-heading">O que acontece no corpo enquanto dormimos?</h2><p>Durante o sono, o corpo entra num estado de recuperação e manutenção essencial para o funcionamento saudável do organismo.</p><p>Alguns dos processos mais importantes incluem:</p><h3>Consolidação da Memória</h3><p data-start="1559" data-end="1682">Enquanto dormimos, o cérebro reorganiza e consolida informações adquiridas ao longo do dia. Este processo é essencial para:</p><ul><li data-start="1559" data-end="1682">aprendizagem</li><li data-start="1559" data-end="1682">memória</li><li data-start="1559" data-end="1682">capacidade de concentração</li><li data-start="1559" data-end="1682">tomada de decisões</li></ul><p data-start="1766" data-end="1832">Sem sono suficiente, estas funções cognitivas ficam comprometidas.</p><h3 data-start="1766" data-end="1832">Regulação hormonal</h3><p data-start="1857" data-end="1925">O sono regula a produção de várias hormonas importantes, entre elas:</p><ul><li data-start="1857" data-end="1925"><strong>Melatonina:</strong> responsável pelo ritmo circadiano (relógio biológico);</li><li data-start="1857" data-end="1925"><strong>Hormona do crescimento:</strong> essencial para a reparação celular;</li><li data-start="1857" data-end="1925"><strong>Cortisol:</strong> relacionado com a resposta ao stress</li></ul><p data-start="2122" data-end="2221">Alterações no sono podem provocar desequilíbrios hormonais que afetam energia, humor e metabolismo.</p><h3 data-start="2122" data-end="2221">Recuperação física e fortalecimento do sistema imunitário</h3><p>Durante o sono profundo, o corpo aumenta a produção de proteínas responsáveis pela resposta imunitária.</p><p>Este processo ajuda o organismo a recuperar do stress físico e mental acumulado durante o dia.</p><h3>“Limpeza” do cérebro</h3><p>Investigação recente identificou o chamado <strong data-start="2553" data-end="2575">sistema glinfático</strong>, responsável por eliminar resíduos metabólicos acumulados no cérebro durante o dia. Este processo ocorre sobretudo durante o sono profundo e está associado à proteção da saúde neurológica.</p><h2 class="wp-block-heading">As diferentes fases do sono</h2><p data-start="2802" data-end="2907">O sono ocorre em ciclos que se repetem ao longo da noite, cada um com cerca de <strong data-start="2881" data-end="2906">90 minutos de duração</strong>.</p><p data-start="2909" data-end="2968">Cada ciclo inclui diferentes fases com funções específicas.</p><h3 data-start="2909" data-end="2968">Sono N1 &#8211; Fase de adormecimento</h3><p>É a transição entre o estado de vigília e o sono. O cérebro começa a reduzir a atividade e é fácil acordar nesta fase.</p><h3>Sono N2 &#8211; Sono leve</h3><p>Nesta fase, a frequência cardíaca diminui e a temperatura corporal baixa. Representa cerca de <strong data-start="3244" data-end="3274">50% do tempo total de sono</strong>.</p><h3>Sono N3 &#8211; Sono profundo</h3><p>É a fase mais reparadora do sono. Aqui ocorre a maior libertação da hormona do crescimento e a recuperação física mais intensa.</p><h3>Sono REM</h3><p data-start="3447" data-end="3581">Nesta fase ocorre maior atividade cerebral e os sonhos mais vívidos. É essencial para a regulação emocional e consolidação da memória.</p><p data-start="3583" data-end="3664">Uma noite de sono saudável inclui normalmente <strong data-start="3629" data-end="3663">4 a 6 ciclos completos de sono</strong>.</p><h2 class="wp-block-heading">Quantas horas de sono são necessárias?</h2><p data-start="3713" data-end="3881">De acordo com especialistas em medicina do sono, a maioria dos adultos necessita de <strong data-start="3797" data-end="3830">7 a 9 horas de sono por noite</strong> para um funcionamento cognitivo e físico adequado.</p><p data-start="3883" data-end="3937">Contudo, a necessidade de sono varia ao longo da vida.</p><ul><li data-start="3883" data-end="3937"><strong>Jovens adultos</strong> (18-25 anos): 7-9 horas;</li><li data-start="3883" data-end="3937"><strong>Adultos</strong> (26-64 anos): 7-9 horas;</li><li data-start="3883" data-end="3937"><strong>Adultos com mais de 65 anos</strong>: 7-8 horas</li></ul><p>Com o envelhecimento, o sono tende a tornar-se mais leve e fragmentado.</p><h2 class="wp-block-heading">Diferenças de sono entre mulheres e homens</h2><p>Alguns estudos sugerem que as mulheres podem necessitar ligeiramente mais sono do que os homens.</p><p data-start="4347" data-end="4526">Investigação do <strong data-start="4363" data-end="4420">Sleep Research Centre da Universidade de Loughborough</strong> indica que, em média, as mulheres podem precisar de cerca de <strong data-start="4482" data-end="4525">20 minutos adicionais de sono por noite</strong>.</p><p data-start="4528" data-end="4565">Entre as possíveis explicações estão:</p><ul><li data-start="4528" data-end="4565">maior atividade multitarefa cerebral ao longo do dia;</li><li data-start="4528" data-end="4565">maior carga mental associada à gestão simultânea de diferentes responsabilidades;</li><li data-start="4528" data-end="4565">influência de fatores hormonais, como ciclo menstrual, gravidez e menopausa</li></ul><p data-start="4788" data-end="4935">Por outro lado, os homens apresentam maior prevalência de <strong data-start="4846" data-end="4864">apneia do sono</strong>, uma condição que pode comprometer seriamente a qualidade do descanso.</p><h2 class="wp-block-heading">Como melhorar a higiene do sono</h2><p>Algumas mudanças simples na rotina podem contribuir significativamente para melhorar o descanso.</p><p data-start="7158" data-end="7198">Entre as principais recomendações estão:</p><p data-start="7200" data-end="7322"><strong data-start="7200" data-end="7237">Manter horários regulares de sono</strong><br data-start="7237" data-end="7240" />Deitar e acordar aproximadamente à mesma hora ajuda a regular o relógio biológico.</p><p data-start="7324" data-end="7461"><strong data-start="7324" data-end="7371">Reduzir a exposição a ecrãs antes de dormir</strong><br data-start="7371" data-end="7374" />A luz azul emitida por dispositivos eletrónicos interfere com a produção de melatonina.</p><p data-start="7463" data-end="7578"><strong data-start="7463" data-end="7502">Evitar estimulantes ao final do dia</strong><br data-start="7502" data-end="7505" />Cafeína, nicotina e bebidas energéticas podem dificultar o adormecimento.</p><p data-start="7580" data-end="7709"><strong data-start="7580" data-end="7622">Criar um ambiente adequado para dormir</strong><br data-start="7622" data-end="7625" />Um quarto escuro, silencioso e com temperatura confortável favorece o sono profundo.</p><p data-start="7711" data-end="7856"><strong data-start="7711" data-end="7753">Praticar atividade física regularmente</strong><br data-start="7753" data-end="7756" />O exercício melhora a qualidade do sono, desde que não seja realizado imediatamente antes de dormir.</p><h2 class="wp-block-heading">Medicina do Trabalho no Porto: a importância de acompanhamento especializado</h2><p>Se representa uma entidade empregadora na região Norte, a SEPRI pode auxiliá-lo nas suas necessidades de saúde ocupacional com equipas médicas especializadas e um serviço integrado:</p><ul><li data-start="4569" data-end="4605">maior proximidade aos trabalhadores;</li><li data-start="4608" data-end="4631">respostas mais rápidas;</li><li data-start="4634" data-end="4674">acompanhamento contínuo e personalizado;</li><li data-start="4677" data-end="4720">maior automatização de processos.</li></ul><p data-start="3135" data-end="3213">Prestamos serviços de Medicina do Trabalho orientados para a prevenção, segurança e bem-estar dos trabalhadores, e brevemente afirmamos presença clínica no Porto!</p>								</div>
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									<p> </p><p>O sono tem impacto direto na saúde física, mental e no desempenho profissional.</p><p>Num contexto laboral cada vez mais exigente, promover hábitos de vida saudáveis (incluindo uma boa higiene de sono) é fundamental para melhorar o bem-estar dos trabalhadores e reduzir riscos associados à fadiga.</p><h6>Dormir melhor não significa apenas descansar mais. Significa também <strong>trabalhar com mais segurança, concentração e equilíbrio.</strong></h6>								</div>
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